quinta-feira, 26 de junho de 2008

Frases que nenhuma mulher gostaria de ouvir...

Estava lendo a revista Marie Clarie e adorei esta matéria!!!

"Frases que nenhuma mulher gostaria de ouvir.Não importa se foram ditas por amigos, parentes, colegas de trabalho, conhecidos ou pelo paquera da hora: certas frases são sempre indigestas. O importante é respirar fundo e sair de cena com aquele ar de quem não se deixa abalar por uma bobagem qualquer. Por Leila Ferreira

Às vezes elas são até bem-intencionadas, ditas sem o menor intuito de desagradar ou ofender. Às vezes. Outras vezes, vêm carregadas de segundas e terceiras intenções. O fato é que certas frases nos tiram do sério. Ficamos sem saber como reagir. Dar uma resposta atravessada? E se não houve ali nenhuma má intenção? Não reagir? Fazer cara de paisagem (ou de lâmpada, como diz uma amiga minha) e ir embora engasgada, imaginando dez respostas que deveria ter dado, mas que só vieram à mente cinco minutos depois?

Algumas são ditas por nossas amigas -com ou sem aspas. Outras, por colegas de trabalho, parentes, aquela conhecida que você encontra uma vez por ano. Ou então por 'eles'. E, onde se lê 'eles', leia-se: o namorado, o marido, o paquera da hora, o homem da vez que está a segundos de deixar de ser o homem da vez -enfim, é uma categoria ampla. Mas não importa a procedência. Venham de quem venham, incomodam profundamente. A lista é gigantesca e cada mulher é capaz de citar seu repertório particular. Mas há frases universalmente indigestas. Vamos a alguns exemplos.

Ditas por elas ou eles...
• É impressão minha ou você engordou um pouquinho?
• Por que que você cortou o cabelo? Estava lindo!...
• Você vai com esta roupa?!
• Você deve ter sido linda.
• Quer tentar experimentar um tamanho maior?
• Você já fez plástica?
• Vi seu namorado ontem... (reticências prolongadas)
• Este é seu pai?
• Este é seu filho?
• Vocês ainda estão juntos?
• Você ainda está sozinha?
• Por que vocês se separaram?
• Parecia que vocês se davam tão bem...
• E aí, TIA (com maiúsculas), vai deixar um cafezinho?
• Meu irmão te achou super gente boa.
• Meu amigo te achou superinteligente.
• Você tem um ROSTO (com maiúsculas) lindo.
• Você só precisa perder uns cinco quilos.
• Encontrei seu ex ontem. Ele está ótimo!
• E você? Já está com alguém?

Ditas por eles...
• Eu ia te ligar. Acabou a bateria.
• Que pena que você não apareceu antes na minha vida.
• Eu adoro você como amiga.
• Você merece um cara melhor.
• Aconteceu tudo muito rápido entre a gente. Acho melhor dar um tempo.
• O problema não é com você, querida. É comigo.
• Como é mesmo o nome daquela sua amiga?

UMA SUGESTÃO: cada vez que ouvir uma dessas provocações, conte até 150. Depois faça um daqueles exercícios de respiração que aprendeu na aula de yoga. Se der, medite por 30 segundos ali mesmo, na frente do (da) inconveniente. Por fim, saia com aquele ar de quem não se deixa abalar por uma bobagem qualquer. E, se a resposta que o (a) infeliz merecia ficar atravessada na garganta, não se preocupe: tome um espumante bem geladinho que passa. Afinal, a vida é importante demais pra ser levada a sério, já dizia Oscar Wilde. E aquele sabia das coisas. Ah, se sabia..."

Então meninas...quais frases vocês odeiam ouvir no salão (de dança, não se esqueçam!) Bem, não sei vocês, mas eu, depois de todos esses anos na dança de salão já coleciono verdadeiras "pérolas"!!!Qualquer hora dessas faço minha listinha! Bjs!

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Depoimentos



O workshop Mulheres no Salão em BH foi um sucesso - tão legal que a 2a edição carioca deste ano (dia 5 de julho, anotaram na agenda?) será bem parecida com a que rolou em Minas Gerais - com as novidades das aulas da Rachel Buscácio: Comportamento e sensualidade (que teve em BH), Técnicas para giros e braços (que não teve em BH, mas é muito importante! Ótima novidade!), e Adornos para bolero e tango, aula da Vanessa Galvão, que também tem tudo a ver: embora o tango não toque nos bailes de 'todos os ritmos', é um universo à parte, que movimenta (literalmente) MUITA GENTE; por que deixar o tango de lado? Esta edição corrige isso :)

Na dúvida ainda se deve fazer ou não? Dá uma olhada nos comentários abaixo:

Val: O workshop foi muito válido. Sejam sempre bem-vindos, e outros eventos por aqui, por favor, não deixe de nos avisar, ok? Um beijo e tudo de bom para vcs.
( Engraçado que estou na fase de, que quando enfeito a dança, automaticamente lembro de vcs...rs...)

Gi: Oi Adriana, fiz o workshop com vcs aqui em BH, e posso afirmar q nunca mais conseguirei dançar do mesmo jeito...valeu mesmo... Espero q voltem sempre...
Beijo enorme p vc!!!




sexta-feira, 13 de junho de 2008

Muitas novidades por aqui!

A segunda edição do workshop Mulheres no Salão, guardem na agenda, será durante os dias 5 e 6 de julho. Desta vez, é no Centro Cultural Conexão, na Tijuca. As inscrições já estão abertas, e você pode ter mais informações pelos telefones 2288-1173, 9708-5686, 8123-0727 e 9618-0734 (tudo código 21, é no Rio de Janeiro).




Ou você pode bater ponto aqui, que sempre teremos novidades - quem são os novos instrutores, motivos e relatos de como os workshops valeram a pena, dicas de como aproveitar melhor as aulas... combinado?

domingo, 8 de junho de 2008

Vem aí...

Mulheres no Salão 2008, segunda edição no Rio de Janeiro.

Se você perdeu o primeiro, em julho tem mais!!

Se você fez o primeiro mas sentiu falta de aulas específicas para braços, esta é a hora.

Acompanhe no blog as novidades, e não deixe de ler os textos, dicas e "diários de bordo" que vamos escrevendo por aqui enquanto isso...

sábado, 7 de junho de 2008

Rabo preso no salão

Esse assunto é delicado. Imagina que um dia você e alguém se encantaram um com o outro, passaram lindos meses em idílio amoroso mas aí um dos dois desencanta. O outro se comporta mal. Daí o primeiro se comporta mal (pro que o outro espera, não que um ou outro estejam com a razão). E vocês freqüentam o mesmo baile.

Meses se passam (bem, o blog é mulheres no salão, certo?) e você sofre, chora, mas no baile tá lá, bancando a poderosa... e, claro, se desmancha na presença do sujeito. Toda a pose de mulher superior vai embora quando você chama o sujeito pra dançar e ele joga um papinho furado de "ah, não, já tinha prometido dançar essa com fulana". E você, mulher, insiste - pega até mal. Uma hora ele topa um bolerinho pra você não ficar com cara de tacho. O swingão, que é bom, ou o forrozinho, que também é bom, nada. E é pessoal contigo, porque ele dança com qualquer uma mesmo...

Até que um dia você tira ele pra dançar. "Agora não, já tinha prometido dançar essa com fulana" (mentiiiiira... até porque a próxima ele não se dá a decência de te chamar); então você senta. E dança com outro. E com outro. E dança duas seguidas com outro (coisa que o seu ex nunca teve a educação de fazer contigo). E senta mais um pouco. E dança mais um pouco. E no outro baile que você vai, esse sim, você não pára um minuto sentada, vai de forró a salsa o tempo inteiro, sem nem lembrar que o fulano existe. Então você vai embora, se despede do fulano e lembra que ele dançou com todo mundo menos com você - e você, hoje, disse que não repetiria o convite - e só se lembrou disso na hora de dar tchau.

Se ele não se lembrou de tirar a mulher pra quem um dia disse [insira isso, isso e aquilo] pra dançar, ele é um [insira sua ofensa preferida aqui] (e sem educação, porque nem por educação ele se deu ao trabalho). E se ele é um [insira sua ofensa preferida aqui] e mal-educado... sorte a sua, garota, que não precisa mais dele (agradeça, ao menos, que ele te indicou um baile legal e te ensinou duas ou três coisas úteis enquanto estavam juntos) e que finalmente percebeu que ele é um [insira sua ofensa preferida aqui].

E mal-educado.

E dessa vez você não apenas não chorou no travesseiro quando chegou em casa, como se sentiu o máximo de ter, de alguma forma, mandado ele pastar.

Humpf.

...

E nada de arrumar namorado (ou 'coisa que o valha') em baile de novo, oquei? Nun-ca-mais.

* * *

E você? Já passou por saias justas desse tipo? E de outros tipos? Conta pra tia, conta. Mulheres no salão também é papo-mulherzinha, afinal.